terça-feira, 4 de agosto de 2009

Os kits do Felipe



Lembram-se que em fevereiro o Felipe comprou uns kits dos aviões P47s? Pois 5 meses depois o Roberto, irmão dele, os entregou do jeito que vocês estão vendo nas fotos... PER-FEI-TOS!
Por coincidência a maior cena de ação do livro vai envolver justamente esses dois aviões (Ao todo foram 49 aviões usados pelos brasileiros).

Kits do Felipe





quarta-feira, 27 de maio de 2009

Intervalo comercial: Pyongyang



Se você está acompanhando o noticário dos últimos dias com certeza está lendo bastante o nome "Coréia do Norte". Se você não tem noção de onde é ou como é viver lá, leia Pyongyang. Se quer saber um pouco mais sobre o livro, leia aqui uma resenha do Universo HQ (Quatro balões e meio é a cotação) ou aqui uma resenha do jornal O Globo (para o qual o álbum é "obrigatório").

Se você quiser comprar o livro (R$30), clique aqui.. e se você quiser dar uma fuçadinha em algumas páginas, clique aqui.

Duas curiosidades: o autor canadense Guy Delisle deve vir este ano ao Brasil como convidado do Festival Internacional de Quadrinhos de Belo Horizonte.
E o livro é da Zarabatana, a editora do projeto 22 de Abril.

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Sessões de fotos - parte 1

Este "bolachão" com o símbolo da caça brasileira fazia parte do "cenário" do almoço em comemoração ao 22 de Abril. Quando o evento terminou o Fernando Mauro disse "Quer pra você? Pode pegar!". Fiquei super feliz imaginando-o no meu quarto e corri pra pegar. Só quando estava com ele em mãos que pensei "peraí.. como vou levar isso pra São Paulo?". E acabei deixando por lá mesmo.

Palestra sobre a "Red Flag", uma simulação de combate entre aviões que ocorreu nos EUA ano passado e contou com a participação de brasileiros. Depois houve também uma palestra sobre a situação atual dos pilotos de caça no Brasil.

Vista do Clube da Aeronáutica, ao lado do Aeroporto Santos Dumont.


Miranda Correa, um dos únicos brasileiros que pilotaram na Itália e que ainda estão vivos olha o projeto 22 de Abril e tenta identificar os companheiros nos desenhos do Felipe.



Brigadeiros Meira e Rui e eu. Os outros dois únicos pilotos ainda vivos. O Rui escreveu a "bíblia" sobre a participação da Força Aérea Brasileira na 2a. guerra, o livro "Senta a Pua". Contei a eles as idéias para o livro e os dois aprovaram na hora, o que foi um grande alívio já que o livro não vai ser contado pelo ponto de vista de um piloto. Achei que talvez eles não gostassem disso, mas eles me apoiaram 100%. Inclusive depois acabei passando uma tarde conversando com o Meira em sua casa, uma honra imensa pra mim.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Rio parte 3 - Primeiro Contato

O primeiro evento que fui foi um almoço para comemorar o 22 de abril. Pra quem não leu os posts anteriores, 22 de Abril foi a data que os pilotos brasileiros empreenderam a maior quantidade de ataques no mesmo dia (até então) durante sua participação na 2a. guerra. Mais tarde esse dia ficou conhecido como o Dia da Caça no Brasil. E desde então não só essa data é comemorada como a semana inteira é conhecida como a "Semana da Caça" e tem diversos eventos.

O almoço foi no Clube da Aeronáutica, do lado do Aeroporto Santos Dumont. Aliás, era bem legal (e um tanto assustador) ver aqueles aviões pousando ali pertinho e praticamente sem espaço nenhum. Inclusive ao que me parece a base Aérea de Santa Cruz que falei anteriormente e que fica afastada de tudo, provavelmente se tranformará em aeroporto comercial num futuro próximo. Mas pra quem não é do Rio ou não conhece lá, esse é um dado irrelevante.

Além dos aviões pousando ali do lado, a vista era bem interessante, de frente à ilha fiscal, onde D. Pedro deu a última festa antes de voltar pra Portugal (pelo menos todo mundo que eu conhecia dizia isso.. rs). Além do restaurante (na verdade, dois: um no andar térreo e outro no andar de cima) do lado de fora tem um deckzinho gostoso pra tomar uma cerveja num entardecer. Coisa, que aliás, acabei fazendo depois do almoço.

Antes de ir pro Rio mantive um contato virtual com duas pessoas: O Fernando Mauro e o Luis Gabriel. O Fernando Mauro estava escrevendo um livro sobre o Rui (o piloto que escreveu o livro "Senta a Pua!", base de praticamente tudo que existe sobre o 1o. Grupo de Caça) e o Luis Gabriel é o administrador do melhor site brasileiro sobre o assunto, o www.sentandoapua.com.br . Estava mesentindo um tanto deslocado e e intimidado por ver as figuras que eu só conhecia em livro ali, na minha frente.  Mas aí vi o Luis Gabriel que logo me apresentou ao Fernando Mauro que, com seu jeito, digamos, expansivo foi logo me abraçando e dizendo "Seu filho da puta!!!". 

Daí em diante foi um festival de "olha.. aquele ali é o fulano de tal.. ele que fez tal coisa... aquele ali é tal.. ". Fiquei na mesa do Fernando Mauro com o neto do piloto Kopp e sua noiva e um fã desse pessoal, que era o Mário e estava ali só pra contemplar. Tinha mais um pessoal que não me recordo quem era. Eu levei uma cópia do projeto e deixei sobre a mesa e toda hora alguém vinha dar uma olhada. Até que finalmente fui apresentado para os dois pilotos presentes: o Brigadeiro Rui e o Brigadeiro Meira. Foi uma grande emoção. 

Dos 49 pilotos que lutaram eles são dois dos três que estão vivos (o outro é o Miranda Correia) e são dois dos que tiveram presença mais marcante na guerra. Então mostrei o projeto pra eles. O Rui gostou, mas infelizmente ele não estava muito legal esse dia. Ele tinha tomado muito remédio e dava pra perceber que estava um tanto confuso. Foi triste pra mim vê-lo naquele estado, mas no outro almoço que teve uma semana depois ele estava muito melhor,o que me deixou aliviado. Já o Meira estava bem conciente e parecia encantado com a arte do Felipe. Ele olhava as páginas e dizia "Esse aqui era tal,esse era tal.. ". Lá mesmo trocamos e-mails (aparentemente ele é o mais ligado em novidades da turma e acessa a internet frequentemente). Acabei marcando de ir na casa dele entrevistá-lo.

Quando quase todos já tinham ido embora (foram veteranos e seus familiares, além de militares da aeronáutica dos tempos atuais), o Fernando Mauro nos arrastou para o deck e fomos obrigados a tomar diversas cervejas. Ficamos lá até anoitecer, com o Fernando contando várias histórias. Além do neto do Kopp e sua noiva, estavam presente um amigo deles fotógrafo, o Mateus Rocha (que teve uma relação de pai e filho com o piloto Rocha mas não eram parentes apesar do mesmo sobrenome) e um amigo, os dois de Araraquara e o Carlos Nesti, de Curitiba, filho de veterano. Percebo agora que o relato de minha viagem vai soar pedante para muitos de vocês, pois às vezes vai parecer que é apenas um exercício de memória meu e um registro pessoal para a posteridade. E o é.

Ficamos lá até sermos expulsos (aí entendi porque os funcionários bateram a mão na cabeça e disseram "ele, não.." quando viram o Fernando Mauro) e depois ainda demos uma esticada num boteco (eu, o Fernando e o Nesti). Inclusive foi interessante porque lá percebi o quanto o Rio é permeado de turistas. Tinha vários por perto,  sendo que no boteco tinha uma mesa fora cheia deles. Jovens de vinte e poucos anos vindos de algum lugar da Europa, provavelmente. Na hora que fui pagar a conta o dono do bar disse "não precisa, eles já pagaram". Não entendi, mas fui agradecer. Eles não tavam nem aí... Aparentemente eles deram uma nota de 100 e o dono do bar não tinha troco.. aí eles disseram "pague as cervejas daqueles ali então". Um dia, quando eu for ao Zimbábue, farei o mesmo. 

E assim terminou a primeira noite importante da viagem. Eu estava quebrado, mas com a sensação do dever cumprido. E esperando ansiosamente o próximo evento: a solenidade na base de Santa Cruz, com a presença dos veteranos e do avião P47 que eu só conhecia por fotos desde o começo do projeto, mas nunca tinha visto pessoalmente.

Rio parte 2 - A chegada

Devido ao feriado de Tiradentes as passagens aéreas para ir ao Rio naquele fim de semana se esgotaram rapidamente. Por isso não pude ir na Ópera do Danilo. A Ópera do Danilo é uma encenação sobre a fuga que o então piloto Danilo Moura empreendeu através da Itália,em território inimigo, após ser abatido. 

Cheia de aventuras e momentos cômicos ela inspirou, lá na Itália mesmo, os pilotos a comporem uma ópera para contar essa história (eles estavam influenciados por apresentações de óperas que tinham assistido por lá na mesma época).
Desde então, há mais de 60 anos os pilotos do grupo de caça atuais encenam essa ópera todos os anos. Mas, infelizmente não cheguei à tempo de assistir a apresentação deste ano.

De qualquer forma, como a apresentação é na Base Aérea de Santa Cruz, que é beeem longe do centro do Rio, os veteranos também não tinham ido esse ano (era longe, terminava tarde e a saúde deles não é mais aquela de antes). Me conformei um pouco.

Cheguei de madrugada na rodoviária e quando fui dormir (fiquei na casa de um amigo em Copacabana) o dia já tinha amanhecido. Mas eu acordei algumas vezes assustado com altos barulhos de avião. Pensei "Não sabia que tinha um aeroporto aqui do lado". Só mais tarde, ao assistir ao telejornal, descobri que na verdade eram caças comemorando a semana da caça com manobras na praia de Copacabana. Pena que não vi nada...

A Viagem pro Rio - parte 1

Voltei!
Já faz quase 2 semanas, mas andei gripado e ocupado. Mas cá estou eu com o intento de normalizar as coisas.
Vamos lá,então.
***
A viagem pro Rio foi extremamente importante para o projeto. Por 3 motivos:
1 - Conhecer o pessoal ligado ao tema e ter o aval deles
2 - Ouvir as histórias de bastidores, que não são contadas nos livros
3 - Me dar mais tranquilidade e propriedade pra falar sobre o tema

Algumas das melhores coisas que acontecem quando a gente viaja são as coisas não-planejadas. É aquela pessoa bacana que você conhece, aquele lugar que não estava no roteiro e acaba sendo melhor que os do roteiro, aqueles detalhes que te surpreendem andando pelas ruas. E minha viagem teve um pouco de tudo. A começar pelo pessoal ligado ao grupo de caça. Assim que cheguei fui em um almoço que comemora o Dia da Caça, 22 de Abril. 

Lá, de cara, me dei bem com todo mundo. Estava nervoso e deslocado, mas ao ser apresentado para meus amigos cariocas com os quais só tinha um contato virtual, Fernando Mauro e Luis Gabriel, tudo começou a mudar. É bem verdade que devido ao nervosismo não saboreei devidamente a bacalhoada presente ou consegui registrar os momentos apropriadamente. 
Eu levei uma filmadora, uma câmera digital e uma análogica profissional, com 3 lentes... então era uma bagunça pra eu decidir o que usar, trocar as lentes e às vezes quando ia ver o momento já tinha ido. Fora que além de registrar eu tinha que me apresentar, conversar, entrevistar etc.. Acabou que voltei com mais de 7 horas de video e centenas de fotos, mas o que tem de coisa fora de foco...

Mas o importante mesmo foi o fato de eu estar lá e conhecer essas pessoas. Nos posts seguintes vou falar um pouco sobre como foi.. 


quinta-feira, 23 de abril de 2009

Entrevista com o Felipe em blog

Nosso amigo Antônio fez uma descontraída entrevista com o Felipe sobre a convenção americana. Clique aqui pra ler.
Valeu, Antônio.

domingo, 19 de abril de 2009

Felipe no Stand da Avatar



Camisa bacana, né?
Os posters atrás são de artes dele pra nova hq do Warren Ellis, Ignition City.
E tomara que ele tenha conseguido uns autógrafos de uns artistas pra mim (Steve Rude, Stuart Immonen, Chuck Dixon).
Aqui no Rio... bem, depois eu posto como está aqui.
Abração!

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Hasta Luego!

Poucas horas após essa foto o Felipe embarcou para os Estados Unidos. E eu estou indo agora pro Rio. Já a Maia vai ficar em Mogi Mirim mesmo.
Abração!

terça-feira, 14 de abril de 2009

Matéria da Mundo

Quando esta nota saiu na Mundo dos Super-Heróis há mais de 2 meses, o Antônio pediu pra eu escanear e colocá-la aqui. Eu argumentei que não podia por questões de direitos autorais. Ocorre que o André Morelli , que escreveu a nota, me autorizou a publicá-la assim que soube do ocorrido. Eu havia esquecido e acabei de me lembrar...
E a nota é justamente sobre o trabalho que o Felipe está indo lançar lá fora (aliás ele acabou de confirmar que chegou o Visto pra ele).
Valeu, André !!!
E boa viagem, Felipe!!!

Sumiço

Pois é, meus amigos. Dei uma sumida. Mas é por um bom motivo.
Eu e o Felipe estávamos nos preparando para viajar. Nós íamos para o Rio de Janeiro participar das comemorações do dia 22 de Abril, conhecer museus, entrevistar veteranos... só que o Felipe recebeu um convite para ir aos states lançar sua Graphic Novel "Light of Thy Contenance" num evento e provavelmente não voltará à tempo de participar das festividades...
Ele deve ir nesta 5a. e eu, na 6a.
Depois eu conto como foi...
Abração!

segunda-feira, 16 de março de 2009

Influências Quadrinhísticas



Não me lembro qual foi a primeira hq que eu li... Possivelmente Tintin, já que meu pai tinha a coleção completa (inclusive algumas danificadas por mim, numa idade em que provavelmente as palavras não faziam tanto sentido quanto rasgar páginas).Lembro do Spirit... mas acho que eu mais olhava do que lia.De fato, a lembrança concreta mais antiga que eu tenho de ler quadrinhos pra valer foi quando eu fui operado quando tinha uns 10 anos, acho, e meu tio levou algumas revistas da Disney. À partir daquele momento fui fisgado.Um tempinho depois meu amigo Sidney me mostrou uma revista do Super-Homem, mas me senti enjoado e não me interessei por heróis. Pensando agora deve ter sido porque ele me mostrou a revista no ônibus a caminho da escola e eu tenho enjôo quando leio em movimento.

O fato é que por vários anos eu só lia Disney ou uma coisa outra diferente como o Menino Maluquinho e As Aventuras dos Trapalhões (Eu lembro que gostava da Turma da Mônica quando era da Editora Abril mas depois que foi pra Globo perdeu a graça pra mim).Se você lê hqs infanto-juvenis sabe que raramente elas são creditadas e isso faz com que qualquer história que você leia tenha sido "escrita" e "desenhada" e, porque não, "colorida" pessoalmente pelo Walt Disney e pelo Maurício de Souza.

Hoje em dia isso está mudando (ainda bem) mas se você cresce lendo essas histórias você não sabe quem as fazem.Então, num belo dia, eu fui visitar minha vó e passei na banca antes, como de costume. Eu não gostava muito de ir lá porque era meio longe e as pessoas falavam sobre pessoas e assuntos que não me interessavam. Então, quando passei na banca, resolvi comprar algo pra ler na casa da minha vó. Olhando os títulos vi que já tinha todos que me interessavam. Então um outro me chamou a atenção. Era a edição de número 100 do Homem-Aranha. Uma edição especial, que vinha com algum brinde tonto (um calendário, se não me engano) mas com uma capa um tanto chamativa: "O Casamento do Homem-Aranha".Resolvi dar mais uma chance para os heróis e comprei a revista.

Devorei ela na deliciosa cama de colchão de mola da minha vó e quis ler mais sobre esse herói tão divertido (naquela época ele era um cara divertido ainda, não esse maníaco depressivo de hoje em dia).Por sorte um cara estava se desfazendo de todas as coleções de heróis dele e colocou um conhecido meu para vendê-la. Eu aproveitei a deixa e fiz a festa. Ainda mais que eu "engambelava" meu amigo e no final acabava comprando duas pelo preço de uma.Virei fanático pelo Aranha. Mas só por ele. Até que um dia eu vi a revista do Hulk número 106. O Aranha estava na capa com o verdão (que na época era cinza).

Quando acabei de ler a história fiquei encantado. Adorei o texto. Porém, ao contrário do que eu lia até então, os heróis vinham com os créditos dos artistas. Foi aí que encontrei minha primeira influência super-heroística: Peter David. A partir desse momento comecei a prestar atenção nos créditos e depois de um tempo isso era mais importante do que os personagens. Qualquer coisa que o Peter David ou o John Byrne (que tinha as histórias do quarteto publicadas na revista do Aranha) escreviam mereciam ser lidas.

Eu tinha alguns desenhistas preferidos também, claro, mas eu sabia que uma história boa só era garantida quando tinha um bom roteirista por trás.Os anos se passaram (quase 20 desde o Homem-Aranha 100) e hoje eu tenho diversos escritores preferidos. Ou arcos e fases depersonagens que foram bem-escritos.

Tudo isso pra dizer que para este projeto minha maior influência vai ser o Kurt Busiek. Não sua faceta mais "complexa e mirabolante" como quando ele escrevia "Os Vingadores", por exemplo. Mas seu lado mais simples e nostálgico, sem ser simplório ou maniqueísta, como em Astro City, Arrowsmith, Shockrockets e Marvels, claro, que foi um divisor de águas tanto pra mim quanto para o Felipe por motivos óbvios.

Pra quem lê quadrinhos de heróis esse post deve fazer algum sentido.. rs

Abração!Celso

.

quarta-feira, 4 de março de 2009

Alan Moore elogia Massafera.. again!


Como foi postado aqui há uns dias, o Alan Moore pediu para o editor do Felipe para dizer que ele gostou muito do trabalho dele. Agora é público.
"Segundo a coluna
Lying in the Gutters, do site Comic Book Resources, Moore teria dito: "A adaptação de Light of thy Countenance por Felipe Massafera e Antony Johnston é provavelmente mais contundente que a história original. Estou imensamente satisfeito"."
A notícia saiu aqui no Brasil pelo maior site de entretenimento brazuca, o Omelete. Dê uma conferida
aqui.
Enquanto isso o Felipe está correndo atrás do passaporte pra ver se consegue ir pra uma convenção de quadrinhos que vai ter daqui há 1 mês na Flórida. E voltar correndo a tempo de ir pro Rio de Janeiro para conversarmos com os veteranos para o nosso projeto.
Abril vai ser um mês punk.
É isso.. Abração!
Celso


Obs. Por aqui está semana está sendo atribulada pra mim. Pra quem não sabe, minha namorada tem uma pequena lanchonete em Mogi Mirim e antes de conseguir a verba para este projeto, eu ajudava ela lá.
Já fazia um tempo que eu estava só me dedicando ao projeto, mas essa semana tivemos problemas com nossas duas funcionárias e eu tô tendo que ir lá..
Mas acho que as coisas se ajeitam nos próximos dias e eu paro de ir.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Blog do PAC 23


Ah! Criei um outro blog para que os outros ganhadores do Edital 23 do PAC coloquem seus projetos e falem sobre eles lá também. O endereço é pac23.blogspot.com
O Gilmar e o Custódio já postaram. Se por acaso alguém que frequente este blog for um dos ganhadores, me mande um e-mail para que você possa postar também.
Está faltando eu entrar em contato com (projeto/autor):


UIARA E OS FILHOS DE ECO - André Luiz da Silva Pereira
LINA - Bruno dos Santos Auriemo
FRACTAL - Cristiane Marcela Camargo e Godoy
ESTAÇÃO LUZ - Edevilson Fonseca Guilherme

Estão pra mandar alguma coisa:
LOUCAS DE AMOR - Frederico Carvalhães Nesti
O MISTÉRIO DA MULA SEM CABEÇA - Laudo Ferreria Jr.

Aparentemente não se interessou pelo blog (mandei mensagens, mas não foram respondidas)
JOQUEMPÔ - Rogerio Gonçalves Ferreira Vilela


Contratempos

Notem que não é preciso ser muito inteligente pra perceber que essa estante não passa nessa porta.

***

Como o tempo voa. Quase 10 dias sem atualizar.. nem parece.
Bom, mas eu não caí no carnaval, não. Além de continuar na pesquisa, os últimos dias foram meio atribulados por diversos motivos. Entre eles, minha mãe veio passar uns dias em casa e eu andei mudando bastante meu quarto.
Por causa da bagunçaiada no quarto, encomendei uma estante. Enquanto estava sendo feita, me perguntaram se tinha problema aumentar ela em 10 cm. "Claro, por que não?".
Bem, talvez porque a porta não é 10 centímetros maior.
Além desse pepino tive outros afazeres, como limpar meu pc.
Mas as coisas estão finalmente se acalmando. E já tenho uns posts pra fazer aqui no blog.
Abração!


A Maia não achou graça da brincadeira (e ainda mostrou a língua. Ampliem e vejam)


quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Visor original da 2a. Guerra







O Felipe também comprou na gringolândia esse visor polaróide que "lutou" na guerra há mais de 60 anos! Vem com a caixinha original e tudo. Muito bacana. É muito emocionante ver essas coisas ao vivo e saber que fazem parte da História.


Os kits do Felipe




Chegaram ontem dos States (de uma cidade chamada "Logan", vejam só). São modelos na escala 1/32 do P47 (o avião que os brasileiros pilotaram). O Felipe vai usá-los como modelo e quem vai montar vai ser o irmão dele (que é expert no assunto). Quando estiver pronto eu mostro aqui...


terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

O presente do Felipe


Não dá pra ver direito, mas tem um bolo de chocolate delicioso que a mãe do Felipe fez aí na parte de baixo da foto. Não muito sublinarmente na foto está o sobrinho do Felipe, o Ian.
O aniversário foi ontem, mas o presente veio hoje. Ele fez a graphic novel "Light of Thy Countenance" para uma editora americana, baseada em conto do gênio dos quadrinhos Alan Moore (cuja adaptação de sua mini-série e obra-prima Watchmen chega às telas dos cinemas mês que vem) e o recluso artista disse que ficou "imensamente satisfeito" com o trabalho do Felipe. Quem conhece o Moore sabe que pro cara abrir a boca pra qualquer coisa (ainda mais que não seja pra reclamar de algo) é raro.
Por enquanto não há previsão do livro sair por aqui.
Vai abaixo o texto que o editor do Felipe nos EUA mandou pra ele (em inglês. Se alguém quiser que eu traduza é só pedir...): 

Felipe - I just got off the phone with Alan Moore, who just saw the final print pages for LIGHT. He wanted me to write you and let you know how immensely pleased he is with your work on the project! He has agreed to do a signature plate with you, which is a GREAT honor, he rarely does that with any artist. I will be sending those plates to Alan soon and I think we can have you sign them when you come over to the USA in April if not before. Exciting! Good work my friend ;) William


Felipe Jackman?


segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Aniversário do Felipe [ATUALIZADO EM 19/2]

Todo mundo aqui conhece o lado desenhista do Felipe. Mas poucos conhecem a faceta "cosplay" dele. Hoje, em homenagem a seu aniversário, publico uma foto de um cosplay dele de seu personagem favorito.
Amanhã voltamos com a programação normal.
PARABÉNS, FELIPE!!!


[ATUALIZAÇÃO 19/02]

Antes que o Felipe me mate, vamos esclarecer.. essa foto "Arma X" dele era uma montagem. Uma montagem tosca, aliás. Mas aparentemente vocês não notaram a brincadeira e o Felipe andou recebendo vários gracejos.
Publico, então, foto com o bem-apessoado artista original da empreitada. 

E uma foto minha na última FestComix pra compensar o Felipe. Enjoy.


domingo, 8 de fevereiro de 2009

Oba! Cadeira nova!

Como vou passar o ano em casa escrevendo, lendo e assistindo, decidi investir um pouco em conforto. Troquei uma cadeira de madeira que eu estava usando por essa aí.
E que diferença! Só de poder girar ela pra pegar algum livro na estante atrás de mim já valeu a pena. Mas além disso ela é superconfortável. O que é estranho porque o acento e o encosto são de plástico (ou algo do tipo chamado Polipropileno).
Custou R$120, mais barato que a maioria das cadeiras de rodinhas.

Obs. A almofada e o cobertorzinho que vocês veem no chão são da cachorrada que me acompanha nessa jornada.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Nota na Mundo dos Super-Heróis

A edição 14 que saiu no finalzinho de janeiro contém uma nota sobre o Felipe em que ele cita o projeto. 
A edição também fala de Watchmen, He-Man, SPirit, Constantine, Darkseid e tem uma entrevista com o talentoso Rafael Albuquerque (Besouro Azul).
A revista passou de $10 para $15, mas aumentou o número de páginas e a gramatura da capa está um pouco mais grossa.
Pra saber mais, clique aqui.
E pra assinar com desconto clique aqui.

sábado, 31 de janeiro de 2009

Qualquer um pode comentar agora ;)

Eu não sabia, mas descobri há pouco que o blog não estava liberado para todos comentarem (veio com essa configuração de fábrica). Acho que acertei as coisas aqui e agora todos podem comentar. Se alguém não conseguir me mande um e-mail: rufferto2004@yahoo.com.br.
Abração!

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

1a. conversa pós-concurso


Eu e o Felipe fizemos nossa primeira reunião pós-concurso na sexta-feira passada. Depois de toda a correria que foi dezembro e da minha viagem pro litoral no começo de janeiro, essa foi nossa primeira conversa pra valer. Além de debatermos algumas idéias, re-assistimos metade do documentário Senta a Pua (porque ficamos parando pra fazer comentários às vezes). Foi interessante porque mostrou mais uma vez o trabalho que eu vou ter pra escolher quais histórias contar no meio de tanta coisa interessante.
Ontem, sexta-feira, nos reunimos novamente pra conversarmos mais um pouco e eu sugeri um caminho pra começar. A gente pensava em começar com a ação dos brasileiros já na guerra mas eu sugeri começar um pouco antes, falando sobre como fomos parar lá.
Há um temor de nossa parte que esse prólogo fique meio maçante, mas eu acho que dá pra fazer algo interessante e só depois partir pra ação. Vamos ver o que vai acontecer.
De qualquer forma só vou começar a escrever depois de ler alguns livros, revistas e textos, além de ver alguns filmes. Imagino que vou passar o mês de fevereiro lendo o básico pra poder começar a escrever alguma coisa pro Felipe desenhar.
Let´s see...
Abração!

Obs. Como vocês puderam notar somos nós dois no sofá de casa vendo o Senta a Pua. E como vocês com certeza devem ter reparado também, aquela bola preta no meio da gente é o Baltazar.
 

Dia do Quadrinho Nacional





Hoje, 30 de janeiro,  é o Dia do Quadrinho Nacional e, pra comemorar, o maior blog sobre o assunto, o blog dos quadrinhos do Paulo Ramos, dedica sua página hoje aos produtores de quadrinhos brasileiros. O Projeto 22 também está lá, junto com várias coisas bacanas. Dê uma fuçada.

E, em homenagem a este dia, posto aqui a capa e uma página da (até agora) única hq nacional publicada pela nossa editora, a Zarabatana, a interessante, divertida e diferente "Dr. Bubbles & Tilt" do Tulio Caetano. 

O Universo HQ publicou uma resenha do Eduardo Nasi na qual ele diz: 

(...)"Na arte e no roteiro, mas também no formato, nas cores e no tom da história, Dr. Bubbles & Tilt foi um dos poucos lançamentos do ano com cheiro de novidade. Ou, melhor dizendo, foi um dos raros álbuns que não ofereceu apenas mais do mesmo, que foi além e explorou a linguagem dos quadrinhos para dar ao leitor algo a que seu olho não está acostumado."

(...)"O resultado é uma história encantadora e envolvente sobre dois personagens profundamente carismáticos que sabem que precisam um do outro - e de suas próprias fantasias - para sobreviver num mundo que não faz muito sentido"

Se interessar, clique aqui pra comprar um exemplar.

domingo, 18 de janeiro de 2009

Capa Fake

Essa capa foi uma só brincadeirinha. Mas parece de verdade, né?
Atente para a editora Pixel, que acabou saindo e entrando a Zarabatana no lugar.
Aliás,  logo que eu vou publicar umas tirinhas do Maakies, aguardem.

sábado, 17 de janeiro de 2009

Voltei!

Cheguei de viagem na 5a. Estou dando uma ordem na bagunça, mas a idéia é atualizar o blog pelo menos duas vezes por semana.. let´s see.
No próximo post devo comentar um pouco sobre como estou fazendo a pesquisa. Se der eu posto ainda hoje.
Abração!

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

HQM e Universo HQ falam sobre o projeto 22

No dia 5 o site HQM já tinha dado a notícia (sobre o projeto). Hoje o Universo HQ voltou de férias e deu também.
São dois dos principais sites de quadrinhos brasileiros (cada um com ótimas particularidades. Minhas preferidas são a parte internacional do hqm, que publica trocentas capas (adoro capas) e as resenhas do Universo HQ, que no geral são pequenas obras-primas).
Fico lisongeado com a atenção (que se traduz em mais audiência para este blog também. É só ver no link do sitemeter que faz a medição) e espero poder corresponder à expectativa.

Abração à todos.
(e um especial ao pessoal do HQM e do Universo HQ).

Obs. Abraços especiais também aos seguidores e amigos Antônio e Elson (que um dia ainda farão alguma coisa juntos) pelas informações.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Medo

Eu sumo e nem dou satisfações, né?
Então vamos lá. Estou no litoral desde a virada do ano, na casa de meu pai, fuçando os materiais de guerra que ele tem. E tem muita coisa.
Mas sobre a FAB, como eu esperava, não.
Mas estou aqui, caçando. Daqui há 10 dias devo voltar pra casa e este blog será atualizado mais frequentemente. Sem trema, por causa das novas regras.

****

Ontem eu fui dormir cedo. 10 na noite, acho. Aí começaram a aparecer umas idéias e eu comecei a anotar. Quando eram 3 da manhã eu percebi que se não tomasse algo forte ia passar a noite toda divagando. Achei um tal de Malibu no barzinho do meu pai, que parece rum com côco. Forte. Dormi, ouvindo Earth, Wind and Fire. Mas antes o peso do mundo estava começando a surgir nas minhas costas.
Comecei a perceber o tamanho do trem que estava (estou) me metendo.
Dá medo, mas é um medo bom. Um medo que você sabe lidar.
Mal posso esperar pra ficar apavorado ;)

Abração!!

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Hombre, 31 anos, formado em publicidade e louco por cinema, hqs e música